POEMA SEM EIRA NEM ALGIBEIRA
Bendito o que semeia grampo
Oh! Bendito o que semeia grampos
Grampos...grampos á mão cheia
E manda o povo pensar!
O grampo n’um telefone dos
grandões da política deslavada
é germem da transformação
povo toma consciência
e não vota neles mais não!
Por Vald Ribeiro ( parafraseando Castro Alves